Crítica de Livro | O Símbolo Perdido

Imagine só que existe um mistério em Washington e que você foi o escolhido para desvendá-lo, mas você não tem nem noção de como começar a procurar o que te pedem. É mais ou menos assim que o professor Robert Langdon deve ter se sentido quando se deparou com a mão dos mistérios na Rotunda.

Símbolo

Sempre que leio um livro do Dan, tenho a impressão de que já conheço a característica geral da narrativa, mas no final a história sempre acaba sendo interessante. A receita batida de colocar Langdon em algum lugar do mundo correndo contra o tempo permanece, a mulher que o acompanha também. Eu gostaria de dizer que as semelhanças acabam por aí, mas tem muitos detalhes que fazem você reconhecer a identidade forte do autor.

Minha história com esse autor começou com O Código da Vinci, em seguida li Anjos e Demônios, depois Foraleza Digital e confesso que depois disso dei um tempo porque parecia ser tudo sempre a mesma coisa. Ganhei O Símbolo Perdido de presente e resolvi fazer as pazes com ele, afinal as histórias são boas, mas por conhecer a receita você acaba sabendo para que rumo as coisas convergirão.

Não preciso falar muito dos personagens, porque imagino que Dan Brown e seu mais querido protagonista dispensam apresentações. O livro de hoje é O Símbolo Perdido e ele retoma as aventuras do professor mais pé frio do mundo. Duvido que alguém tenha mais  vocação para entrar em fria que Langdon e seu relógio de Mickey #prontofalei

Nesse livro, Langdon entra em mais uma aventura eletrizante em busca dos mistérios sagrados da maçonaria. Ele corre contra o tempo para proteger pessoas influentes de Washington e salvar Peter Solomon de seu raptor, um cara louco e de muitas caras. O livro é bem interessante, eu gostei da história e da conspiração envolvida achei o final até bem surpreendente.

Uma coisa que me chamou muito a atenção foi a explicação sobre Ciência Noética, nunca tinha ouvido falar dela e achei super interessante. Se você não tem ideia de por onde passa, clica AQUI para conhecer melhor o estudo da força do pensamento. Parece que no Brasil ainda não é muito difundido, mas essa vertente vem ganhando adeptos ao redor do mundo.

Bom, é difícil falar de um autor tão renomado, mas eu acho que o é livro bom, a história é boa, mas a receita é batida e você acaba prevendo muitas coisas que acontecem na história. O que, pelo menos para mim, é meio chato.

Nota: 8,0

Ps: Também escrevo resenhas e matérias em outro blog literário, o Leitora Sempre, se quiser conhecer é só clicar AQUI.

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