Para Philip Roth, com amor

Oi pessoal!

Ontem foi aniversário de um grande nome da Literatura mundial, que está vivo, mas pendurou as chuteiras há alguns anos. Ele é o único escritor americano vivo a ter sua obra publicada em edição completa pela Library of America. Ele já ganhou o Pulitzer e o Man Booker Prize, além da Gold Medal in Fiction, a maior premiação da American Academy of Arts and Letters. Não faz ideia de quem seja? Então vem comigo que hoje vamos conhecer Philip Roth, que completou 84 anos no domingo (19), mas de uma forma um pouco diferente.

A primeira coisa que você precisa saber é que ele já escreveu muuuitos livros e temos vários deles disponíveis aqui no Brasil publicados pela Companhia das Letras. Não vou enumerar cada um deles para não ficar monótono, mas se você se interessar bastar clicar no link que deixei ali no nome da editora. Roth nasceu em 1933 e hoje é considerado o maior escritor americano vivo, ele completou 84 anos, mas anunciou que pararia de escrever em 2011 quando já possuía 31 obras publicadas.

Normalmente o chamam de judeu-americano e isso o incomoda porque apesar de ser criado por uma família judia e o judaísmo estar muito presente em suas obras ele diz que é apenas americano. Em algumas entrevistas ele disse que é como se o tema o tivesse escolhido, o mais curioso é que seus livros não eram bem vistos pela comunidade judaica e muitos estudiosos o consideravam antisemita. Mesmo com essa incoerência o estereótipo permaneceu e ele segue conhecido dessa forma. Sobre ser americano, seus pais eram americanos e o autor nasceu em Nova Jersey e na cidade dele tem até passeio turístico para conhecer a casa que ele viveu e lugares que ele frequentou, pode valer a visita caso queiram fugir das viagens tradicionais.

Quando disse ali em cima que ia falar dele de uma forma diferente é porque hoje não vou dar muitos detalhes sobre os livros que ele escreveu. Claro que não tem como separar isso dele, mas eu sei que nem todo mundo se interessa por ler livros mais pesados e densos como ele escreve, mas quando é um filme a coisa pode mudar de figura, não é mesmo? Sete livros dele foram adaptados para o cinema e como eu sou uma péssima seguidora da sétima arte não vi nenhum, mas vou deixar todos aqui como um lembrete de que preciso vê-los o mais rápido possível. Tem diretores e elencos bem conceituados, que até eu no auge da minha ignorância consigo reconhecer… Sempre vale a pena assistir e ver se rola aquela identificação para ler o livro depois, né?! Por falar nisso, ainda não li nenhum livro dele, mas nessa pesquisa que fiz hoje já acrescentei alguns a minha lista leia antes de morrer, pelo amor!

  • O primeiro filme é Paixão de primavera, de 1969, baseado em Adeus, Columbus;
  • O segundo é O complexo de Portnoy, de 1972, baseado no livro homônimo;
  • O Terceiro é Revelações de 2003, baseado em A Marca Humana;

Não encontrei o trailer dos dois primeiros, mas pela breve pesquisa que fiz não é tão difícil encontrá-los, se não me engano um deles está disponível no Youtube. O que você achou dessa forma de apresentação? Prefere algo mais detalhado sobre vida e obra como fizemos outras vezes ou esse modelo que pega uma parte da história e destrincha te agrada mais? Não deixe de nos dar o retorno 😉

Feliz Aniversário Philip Roth \o/

Até a próxima!

Ana.

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