Primeiras Impressões | A Playlist de Hayden

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A Novo Conceito mandou mais uma prova para nós e estamos muito animados com essa história de poder saborear parte do livro antes de tê-lo inteirinho em nossas mãos. Obrigada a editora e pode continuar mandando que eu estou adorando conhecer os lançamentos antes de chegarem nas livrarias.

O livro da vez se chama A Playlist de Hayden da Michelle Falkoff, o nome já faz você esperar alguma coisa relacionada a música e uma história contada pelo próprio Hayden, mas já no prólogo você percebe que a coisa não é bem assim. O protagonista é o Sam e ele foi o primeiro a encontrar o amigo Hayden morto no próprio quarto.

Hayden

Sam é um nerd com problemas para se relacionar com as pessoas. Seu único amigo era Hayden, que tinha dificuldade de aprendizagem. Sam mora com a mãe, que trabalha como enfermeira e vive fora de casa fazendo horas extras, e a irmã, que tem a personalidade bem diferente da dele e, por isso, quase não conversam.

Hayden e Sam eram amigos há bastante tempo e a única coisa que você consegue entender logo de cara é que eles estavam brigados desde que tinham ido a uma festa alguns dias antes. Alguma coisa deu errado nessa festa e fez com que Hayden achasse que sua única saída era dar cabo da própria vida, mas a autora só vai mostrando os flashes do que aconteceu aos poucos e imagino que só no fim do livro você vai montar o quebra cabeça. A única coisa que ele deixou para Sam foi um pendrive com uma playlist e um recado:

Para Sam.

Ouça. Você vai entender.

Claro que ele não entende nada, mas vai ouvindo a playlist e capítulo a capítulo você vai conhecendo mais personagens da história. Vai ver que Ryan, irmão de Hayden, é um idiota que atormentava o irmão sempre que podia junto com Jason e Trevor. Parece que a trifeta do bullying, como Sam os chama, estavam na festa e tiveram alguma coisa a ver com a confusão que aconteceu.

Vai conhecer também Astrid, que aparentemente conhecia Hayden bastante sem que Sam nem ao menos desconfiasse. Tem também o Arquimago_Ged, que é a grande incógnita do livro ao que parece. Esse apelido era usado por Hayden no jogo que eles jogavam na internet e alguém passa a usá-lo para conversar com Sam e ao que tudo indica iniciar uma cruzada na vida real contra aqueles que humilharam o amigo suicida de alguma forma.

A trama me chamou a atenção porque a autora não revela o que levou Hayden ao suicídio logo de cara e fiquei intrigada pensando o que aconteceu de tão grave, mas o que é bem legal é que você pode conhecer a playlist junto com o Sam, porque cada capítulo tem o nome de uma música da lista. Nessa brincadeira descobri que sou uma analfabeta porque  em oito capítulos não conhecia nenhuma das músicas e algumas bandas eu já tinha ouvido falar outras nem isso. Tirando Ramones e Metallica, acho que o resto foi uma grande incógnita na minha vida.

Mas graças ao Spotify isso já está resolvido e estou escrevendo essa crítica ao som das músicas que Hayden deixou para Sam. Elas são bem tristes e com uma carga emocional bem pesada, mas não gostei muito da música do Metallica e nem da do Foster the People a batida me deixa mais agitada do que já sou e preferi pular antes do fim. Se você quiser conhecer as músicas dos capítulos que eu li antes do livro é só procurar paula.duarte no spotify e você vai ver que deixei essa playlist pública.

A história me tocou de um jeito diferente porque enquanto em ‘A Mais Pura Verdade’ eu queria pegar o Mark no colo e levá-lo de volta para a mãe dele (Ainda não leu? Clica AQUI) com o Sam eu acho que um abraço forte e um ouvido amigo surtiria mais efeito. Ele não parece indefeso e isso te dá a certeza de que ele vai conseguir descobrir o que aconteceu com Hayden e quem está se passando pelo Arquimago_Ged.

No final da prova tive a impressão de que talvez a autora não corresponda as minhas expectativas e o livro talvez não se desenrole como eu espero, mas é um risco que corremos. A história tem potencial para evoluir bastante e quero muito que ela não me decepcione.

Fui fazer aquela pesquisinha básica sobre a autora e a primeira coisa que descobri é que o nome do livro em inglês é “Playlist for the dead” acho que ia ser mais impactante a tradução literal, mas brasileiro tem um trem com morte, né?! Capaz de nem vender… Enfim, você pode acompanhar as publicações de Michelle Falkoff no Twitter e no Facebook, mas ela não possui um site oficial, pelo menos por enquanto. Nesse site você poderá ver que ela é diretora de comunicação da Universidade Northwest nos EUA. Não encontrei muitas coisas sobre a vida dela, mas se alguém for curioso e encontrar entrevistas e mais curiosidades é só colocar aqui nos comentários para enriquecer nosso conhecimento.

Espero que vocês tenham gostado das minhas impressões e fiquem motivados a ler A Playlist de Hayden, ele estará nas livrarias a partir do dia 06 de abril! Não esquece de vir aqui e contar o que achou depois de ler.

Realmente não sei escrever pouco, mas não desistam de mim!

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